Construindo qualidade de vida: a importância da escolha da profissão


Júlio Bernardo Dutra, Josalba Ramalho Vieira

Bolsista de Iniciação Científica –PIBIC/EM - Colégio de Aplicação - Centro de Ciências da Educação - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientadora do PIBIC- CA/UFSC.

Todos os anos muitos jovens estudam para passar no vestibular, mas nesse mesmo momento surgem também muitas dúvidas como, por exemplo, qual carreira escolher? Contudo, é necessário levar em conta vários fatores: a qualidade de vida que essa profissão lhe proporcionará, a posição dessa profissão no mercado, um rendimento suficiente para subsistência, entre outros. O objetivo geral desta pesquisa foi investigar a preferência dos alunos de 2º ano do Ensino Médio (EM) quanto às escolhas profissionais, pretendeu-se também pesquisar e analisar algumas dessas profissões partindo da visão de um profissional de cada uma das 10 áreas selecionadas. Entre os instrumentos de coleta de dados utilizamos Questionários para os alunos do EM (QA), Entrevistas para os profissionais das diversas áreas (EP). Foi utilizada também a pesquisa bibliográfica digital sobre as referidas profissões. O resultado dos dados analisados através do questionário QA apresentou que uma enorme variedade de escolha de carreiras (mais de duas dezenas) e isto me levou a selecionar as mais escolhidas e decidi incluir as profissões do meu próprio interesse. Assim, nos limitamos a pesquisar sobre 10 casos. Uma das questões que se apresentaram foi entender a diferença entre curso superior e curso técnico. Uma vez esclarecido esse aspecto, formulou-se dois modelos de entrevistas (EP). Um deles era específico para profissionais de curso superior e o outro era destinado aos profissionais dos cursos técnicos. Conclui-se que houve respostas similares quando as carreiras eram da mesma área de conhecimento, além disso a maioria dos profissionais entrevistados eram formados dentro de instituições públicas; outra conclusão é que os cursos superiores são consolidados há mais tempo do que os técnicos. Para facilitar o acesso aos dados desse projeto foi criado um blog interativo (www.aescolhadaprofissao.blospot.com) no qual foram apresentados os resultados da pesquisa assim como um aprofundamento dos conhecimentos sobre as 10 carreiras escolhidas ajudando aos jovens a conhecer melhor os cursos e ter acesso a opiniões de profissionais (em formação ou já formados), para assim decidir com mais facilidade e tranqüilidade qual curso quer estudar.

sábado, 3 de setembro de 2011

O mercado esta ai, e você já decidiu qual profissão seguir?










Na hora da escolha da profissão surgem muitas dúvidas, por exemplo:

Qual tipo de curso que pretendo escolher?
Curso técnico, curso profissionalizante ou curso superior.

Quais são os fatores decisivos que influenciam na escolha da melhor opção?
Áreas de atuação, faixa salarial, carga horária entre outros.

Para refletir sobre essas e outras questões relacionadas à escolha consciente de uma carreira profissional elaboramos o texto a seguir:

Cursos técnicos, profissionalizantes e superiores são termos que significam a mesma coisa?

Os três são modelos de cursos, mas cada um tem sua forma única de ensino, assim são também caracterizados de maneira diferente.

Cursos profissionalizantes: são cursos “livres”, contanto que sejam encaixados no pré requisito de terem no mínimo o 2ºGrau completo. Esses cursos como o nome já diz, tem o foco na profissão. Os cursos profissionalizantes cobram um conhecimento prévio do aluno e pretender melhorar através das praticas de certas ferramentas. A duração desses cursos é de no mínimo seis meses e geralmente não passam de um ano. Mas esse tipo de curso tem seus contras, os principais são: o fato de ao final o curso não existir um diploma ou uma graduação acadêmica, e de não ter um valor salarial fixo no mercado de trabalho atual.

Cursos técnicos: são cursos em que para se poder cursar é necessário fazer uma prova e o principal requisito é ter completado ou estar cursando o 2°Grau para receber o diploma.

Algumas características positivas para o candidato conhecer as reais chances no mercado de trabalho:

Fator tempo: a duração do curso tem no mínimo um ano e geralmente não passa dos três ou quatro anos.

Fator custo: o valor do curso varia de acordo com o tipo, geralmente mantém-se entre R$150,00 e R$300,00, já um curso profissionalizante é gratuito e um curso superior custam a partir de R$700,00.

Faixa salarial: os salários variam entre R$600,00 E R$2500,00

Divisão em modalidades:


Concomitância externa: é quando o aluno cursa o ensino médio e o técnico paralelos.Ele exerce o ensino médio em uma escola e o ensino técnico em outra.Atualmente não pode-se estudar em duas instituições públicas diferentes ao mesmo tempo, assim nessa modalidade o aluno terá provavelmente um custo com mensalidade de alguma das duas escolas.E tem como pré-requisito ter completado o 2ºGrau do ensino médio.

Subesequente: o aluno começa a executar o curso após ter concluído o ensino médio.

Cursos superiores: até pouco tempo atrás era utilizado o terma “faculdade”, mas atualmente a nomenclatura correta é “curso superior” que consiste num certo número de disciplinas que tem o foco no estudo teórico.Nesses cursos a duração é de médio a longo prazo, ou seja, para ter uma formação completa é preciso no mínimo 2 anos, para os cursos com características semelhantes as dos cursos técnicos, e acima de cinco a seis anos para cursos que se incluem mestrados e doutorados durante o andamento da formação.

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